
Não foi marketing. Não foi sorte. Foi um conjunto de decisões sobre aquisição, retenção e remuneração que dá pra desmontar peça por peça — e aplicar em qualquer consultório.
Quero abrir essas peças com um grupo pequeno de médicos e nutricionistas, toda semana, ao vivo.
A conta de um consultório individual sempre bate no mesmo lugar: você vende hora. Quando a agenda enche, acabou. A única alavanca que sobra é subir preço — até o mercado dizer não.
E aí vem a segunda armadilha: pra crescer, você vira gestor de uma coisa que nunca estudou. Tráfego pago, funil, CRM, retenção, remuneração de equipe, custo de aquisição. Ninguém ensinou isso na residência.

“A consulta consome o meu dia inteiro. Ainda preciso estudar pra continuar bom. E na hora de fazer o consultório crescer, eu descubro que ninguém me ensinou a fazer gestão.” Já ouvi isso de gente boa demais pra deixar acontecer.
O que separa um consultório que trava de um que escala não é técnica clínica — é disciplina de execução em coisas que dá pra ensinar.
Não vou trazer teoria. Vou trazer o painel real da operação — inclusive o que está ruim.
Nenhum desses números é um troféu. Cada um deles é uma decisão que a gente errou primeiro e corrigiu depois. É essa parte que interessa.
Cada sessão pega um bloco e vai a fundo. A ordem vai depender do que o grupo pedir.
Quanto custa um paciente e como saber se você está pagando caro. CAC, canal, criativo, e por que a maioria dos consultórios calcula isso errado.
Coorte, não média. Como ler a curva de permanência dos seus pacientes por safra e enxergar o mês exato em que você os perde.
O momento que define o LTV inteiro. O que os melhores fazem de diferente nos primeiros 30 dias — com dado, não com achismo.
Fila de cuidado. Como transformar o contato fora da consulta em produto: o que automatizar, o que jamais automatizar, e quanto isso custa por paciente.
Como pagar uma equipe clínica sem quebrar. Fixo, variável, por consulta, por carteira — e o que cada modelo faz com o comportamento de quem atende.
Ticket médio, frequência e a assimetria que gera margem. Por que “mais barato” às vezes retém mais e fatura mais.
Sendo transparente sobre a minha intenção: eu quero entender se faz sentido licenciar a infraestrutura que a gente construiu pra quem tem consultório próprio. Não sei ainda. É exatamente isso que quero descobrir com vocês.
Se um dia existir, provavelmente seria em camadas:
Isso não é uma oferta. Não tem preço, não tem data, não tem lista de espera. Se sair do papel, sai com quem estiver dentro da discussão desde o começo — e sai desenhado junto.
Prefiro perder gente agora do que ter uma sala morna depois.
Essa página ainda não foi pra ninguém de fora. Antes de mostrar pro mercado, quero a leitura de vocês — que são exatamente o perfil de quem eu quero na sala.
Grupo pequeno, entrada por conversa — sem preço e sem lista de espera.